sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Fwd: MANISFESTO-RREMAS-2014



MANIFESTO DA 7ª CAMINHADA DOS POVOS DE TERREIRO NO SUBÚRBIO-RREMAS-2014

'A JUSTIÇA QUE NOS NEGAM,  NOS LEVA À MORTE. BASTA!

REAJA A MATANÇA DE NOSSOS JOVENS

 

" A Sociedade Brasileira 'ainda' é uma sociedade acostumada a matar negros". A Europa criou contra os africanos e seus descendentes o racismo, como o conhecemos: radicalizando conceitos sobre raças, onde o "branco" deve ser super-respeitado e, portanto, tudo o que vem dele; logo, os outros diferentes do chamado "branco", quanto mais características negro-africanas tenha, conforme uma gradação de tons de pele, menos valorizado e, portanto, tudo o que vem desse grupo ainda sofre os efeitos dessa maldita ideologia; embora haja, com significativas vitórias, toda uma luta de séculos que vem se travando contra o racismo e suas manifestações.

 

Nem é preciso recorrer às estatísticas para demonstrar essa infeliz e trágica verdade; para qualquer canto que se olhe, para qualquer aspecto da vida que se observe, no que diz respeito a maioria da população negra, salta aos olhos os efeitos do racismo sobre ela: moradia, serviço público de transporte, serviço público de saúde e educação, mesmo no campo privado; a forma com que a grande parte dos prestadores de serviços _ funcionários de empresas privadas ou servidores públicos _ tratam as pessoas pela sua origem etnico-racial.

 

Parte considerável do segmento dominante que se auto titulou "brancos", ainda executa um plano que passa tão somente por riqueza e poder para poucos; para isto mantém um projeto de morte aos demais; que além da morte física, seja pelas péssimas condições de vida (baixos salários, envenenamento e escassez de alimentos, doenças de laboratório como EBOLA e AIDS, doenças psíquicas e outras somatizadas  no corpo, pela efetivação ou sensação de fracasso em suas vidas; consumo de drogas químicas pesadas, como o crac); seja porque aprimora ainda mais essas formas de matar, quando buscam nos eliminar pela raiz, matando nossas crianças e jovens ou tentando matar nossa cultura.

 

Nesse ultimo caso criam dificuldades burocráticas, cobrando inclusive altas taxas, para abafar as nossas manifestações culturais e religiosas de Povos de Terreiro; produzem e permitem agressões aos nossos sagrados (lugares, templos, pessoas, manifestações públicas). No caso da Juventude Negra e das periferias, em lugar de escolas de tempo integral e ensino decente, incentivo ao esporte (em vésperas de olimpíadas mundial), equipamentos de cultura e lazer sadios; buscam reduzir a maior idade penal (sendo que em 51 países que reduziram não resolveu e na Alemanha se voltou atrás); mantêm o uso de armas cada vez mais letais; mantêm a criminalização do uso e comercialização das drogas, mas não combatem de verdade na fonte: nos condomínios fechados e apartamentos de luxo; portanto, o lucro dos altos figurões permanece garantido; mantém por fim o chamado "auto de resistência"; tudo desculpa para nos matar, matar o Povo Negro em seu nascedouro, sua juventude. É mais barato! Embora, é preciso reconhecer que há um esforço de um pequeno segmento, como a fábula do bem-te-vi apagando o incêndio na floresta, lutando contra tudo isso, por dentro das Instâncias de poder.

 

Não há comoção nacional com a morte de crianças e jovens negros, todos os dias; perfazendo num só ano dezenas de milhares delas. É apenas mais um negro. "E TODOS SABEM COMO SE TRATA OS PRETOS..."

 

Em meio a tudo isso, assistimos outros grupos religiosos, muitos deles praticantes de intolerância, se organizando em torno da tomada do poder das Instituições no Brasil; através de cargos públicos eletivos tanto para o Executivo como para as casas legislativas. Aliados ou oriundos de poder econômico que tem significado uma expansão dessas forças que o dinheiro pode comprar. Não é coincidência que o numero de agressões por intolerância religiosa tem aumentado, seja a pessoas, seja a Santuários Sagrados como acaba de acontecer à Pedra de Xango em Cajazeiras.

 

Conclamamos os Povos de Terreiro e Umbanda, simpatizantes, consulentes, religiosos da Espiritualidade indígena do Brasil e Espiritualistas de modo geral para estar em alerta máximo; é necessário  garantir o que já conquistamos até aqui: as instituições criadas para manteneção e respeito aos nossos direitos civis; a liberdade de expressão e de se organizar pacificamente por objetivos coletivos; a liberdade de crença e ao culto; são a porta de entrada para chamar toda a sociedade brasileira, seus poderes e representantes à consciência; pela nossa vida material e imaterial em plenitude, pela garantia de que teremos continuidade através dos mais novos e pelo respeito à vida.

RREMAS  2014

 


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QUE AS FORÇAS CONSTRUTIVAS  DO UNIVERSO ESTEJAM EM TODOS OS SEUS DIAS.
Juntos somos fortes, juntos podemos mais.



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quinta-feira, 13 de novembro de 2014

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James Ansaldi

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sábado, 1 de novembro de 2014

7ª CAMINHADA E 2ª FEIRA DE PRODUTOS DE AXÉ




A benção a quem de benção, salve salve para todas e todos,
estamos divulgando mais uma caminhada no Subúrbio, que terá segmento com uma feira de produtos do empreendedorismo dos Terreiros; esperamos nos encantados que tudo seja grande e obtenhamos o êxito que desejamos   e precisamos  para fortalecer mais ainda nosso povo. Em anexo os detalhes.

POR FAVOR, REPASSEM ÀS SUAS LISTAS E REDES SOCIAIS.



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terça-feira, 20 de maio de 2014

Fwd: KOINONIA apoia religiões de matriz africana



---------- Mensagem encaminhada ----------
De: KOINONIA <comunica@koinonia.org.br>
Data: 19 de maio de 2014 11:27
Assunto: KOINONIA apoia religiões de matriz africana
Para: valdolumumba21@gmail.com


 

 

 

 

 

 

Nota de repúdio aos termos da decisão do Juiz Eugênio Rosa de Araújo, da 17ª Vara Federal do RJ

KOINONIA - Presença Ecumênica e Serviço está solidária com o recurso impetrado pelo Ministério Público Federal ao TRF-2 contra os termos da decisão do Juiz Eugênio Rosa de Araújo, da 17ª Vara Federal do Rio de Janeiro.

KOINONIA repudia a decisão que deprecia as religiões de matriz africana - e incita o ódio às mesmas.  Apesar de afirmar que não trataria de definir o que é religião, o Juiz citado, acaba por definir de forma errada o conceito de religião, o qual exclui religiões tradicionais e sem textos como fundamento. Responsabilizando-se, além do erro, pelo poder como agente do Estado de estabelecer o que é e o que não é religião, ato que em si é contra a Constituição de 1988 e às bases de um Estado Laico.

Ademais, a definição errada pode servir de esteio para afirmar que as agressões não correspondem a risco ao culto e à sobrevivência das religiões de matrizes africanas e brasileiras, candomblé e umbanda. Demonstrando desconhecimento e desprezando os atos de violação de espaços sagrados e, até mesmo, assassinatos fundados em intolerância religiosa no Brasil. Os argumentos aludidos pelo Magistrado terminam por ser, também, ingredientes para o caldo cultural da intolerância religiosa vigente em nosso País.

Em favor da liberdade religiosa, do respeito às diferenças e pelo direito de auto-atribuição de identidade religiosa das cidadãs e cidadãos, KOINONIA se soma a todas as pessoas que se mobilizam pela urgente reparação de erro tão grotesco e pela jurisprudência definitiva que impeça a sua repetição, no tempo presente e para as futuras gerações.


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ABDIAS COMPÕE AGORA O PANTEON DOS ORIXÁS

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